Eu estava na casa da minha amiga Thais, por algum motivo eu iria dormir lá. Estava dividindo uma cama de casal com a Tia Irene (tia dela), a irmã dela, Mel, estava uma cama de solteiro bem baixa, e, a Thais ia dormir num colchão no chão. A tia Irene achou várias migalhas de chocolate na cama, e estava comendo. A Thais e eu tínhamos um aplicativo de ‘realidade transformada’ no celular, era um bichinho que a gente montava e teleportava ele para o mundo real. Todo mundo dizia que esse aplicativo era do mal, mas nós amávamos. Fui ligar o carregador do meu celular na tomada e saiu faísca, até aí beleza. Então passamos a escutar um barulho na casa do vizinho (que não mora ninguém), resolvemos sair, e a mãe da Thais estava apagando um incêndio, que começou quando liguei meu carregador na tomada. Ela disse: “Ainda bem que eu percebi logo, se não ia queimar nossa casa”. O pai da Thais só estava encostado no muro olhando. De repente nossos aplicativos do celular tornaram alguns monstros reais, e eu batia neles com um colchão! E então, já estávamos em uma loja de lençóis, tipo a Zello. Eu batia em uns três caras-monstros pelo menos, mas o último não morria, ele só ficava fraco. Mas eu conseguia segurá-lo para que não pegasse mais ninguém. Então a polícia chegou, e todos ficaram bem.

05/09/2016

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